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Mostrando postagens de 2015

Consciência Negra ou Humana?

Na semana da consciência negra, participantes da Marcha de Mulheres Negras Contra o Racismo são feridas após tiroteio de policial participante do movimento pró-impeachment. Mais uma tentativa -falha- de silenciar a mulher, mulher negra. Machismo. Racismo. Preconceito. Exclusão. Outra vez tentam silenciar nossas vozes com o discurso "não precisamos de (movimento social), precisamos de humanidade", mas como tratar com igualdade quem sempre foi excluído? 
(Foto: André Coelho/Agência O Globo)
20 DE NOVEMBRO
Esta data foi escolhida em homenagem a Zumbi dos Palmares, último líder dos Quilombos dos Palmares. Este foi refúgio de milhares de escravos, sendo Zumbi um símbolo de liberdade e resistência. 
(Zumbi e Dandara)
NEGRAS A SEREM LEMBRADAS
20 de novembro também é dia de lembrar de Dandara, companheira de Zumbi, que recusou receber uma liberdade controlada da Coroa Portuguesa. Chiquinha Gonzaga, primeira pianista de choro brasileira, compositora da primeira marcha carnavalesca e…

Minha Cor Favorita

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Era só mais um Silva!

Eu já quase morri várias vezes na vida. Uma delas foi quando capotamos de carro, graças a um gnomo que invadiu a pista, bem depois de uma curva. Mas de todas as vezes, eu sempre achei que não sobreviveria aos tempos de tormentos. Quando meu irmão era vivo. Eu sempre via, nos jornais e na TV, notícias de inocentes que era confundidos com traficantes ou com alguém que "deveria" ser apagado do mapa.
(Fonte: Globo.com)
Bom, naquela época eu ia na igreja e tinha bastante fé que as coisas ia melhorar. Felizmente, elas melhoraram. Outra coisa que eu sempre via na TV eram os depoimentos de pessoas que tinham se recuperado. Conseguiram se tornar independentes do crack. Eu pensei que meu irmão conseguira se salvar.

Uma coisa que aprendi é que as pessoas, dependentes de crack, costumam ter a autoestima muito baixa, e isso dificulta muito o tratamento. Acredito que não só com o crack, mas com outras dependências químicas ou não. Acho que até em relacionamento é assim. Muitas pessoas se afa…

Só porque eu vim da roça!

Fui pra roça, um dia desses, e percebi como as coisas lá são mais simples. Não apenas pela ausência de tecnologia, até porque lá tem quase tudo que a gente precisa. Bom, digo "quase", pois já me acostumei com toda minha parafernália, não só as tecnológicas, mas também a parte cultural - danceteria. Mas não foi só a roça que me ensinou algumas coisas, a vida tem me dado pequenas lições que acho válido compartilhar.
(Imagem: Arquivo pessoal)
A simplicidade da roça vai desde as roupas simples, até o estilo de vida menos corrido, porém, não menos esforçado. A fala simples, sem muita firula, nada de linguagem formal, ninguém corrigindo seu português ou a pronúncia correta do inglês. Bebidas artesanais. Capelete. Fogão a lenha. Vacas. Trator. Cheiro de bosta fresca misturado com mato molhado.
Aprendi que não vale a pena discutir com todo mundo. Algumas pessoas simplesmente não estão dispostas a mudar de opinião. Desconsideram fatos, provas, pesquisas e evidências. Não gastarei ma…

Grana

compra tantas coisas deve ser por isso que as pessoas esperam ter grana o tempo todo será que ela também afrouxa a saudade?

Confissões

Já fiz muitas orações. Eu orava quase todos os dias. Às vezes, esquecia ou estava atrasado para sair. Eu não sei exatamente em que momento parei de orar. Sinceramente, eu não tenho visto diferença. 
Pra onde vai a oração perdida, a lágrima derramada, a prece não atendida, o sonho não realizado, a promessa não cumprida e o grito não ouvido? Toda essa braveza em vão. Eu não sei para onde vai a dor, mas eu sei que ela sempre volta.

Vida Engraçada

(Imagem: arquivo pessoal)

A Confiança é uma Navalha!

Como quando a gente vai ao barbeiro, cortar cabelo ou fazer a barba, na vida passamos por vários testes de confiança. Digo isso porque outro dia, quando fui cortar o cabelo, percebi que já havia muito tempo que ia no mesmo barbeiro. Mesmo com uma idade avançada, e com alguns sinais de Alzheimer, ele ainda dominava a tesoura e a navalha. Percebi que a navalha afiada deslizava sobre minha pele, o suficiente para atingir uma artéria. Eu gosto das minhas artérias, principalmente das carótidas.
Toda vez que vou cortar o cabelo, ele poderia me matar. Não o cabelo, o barbeiro. Cada corte é uma oportunidade, mas ele nunca tentou nada. Eu até gosto dele. Do meu cabelo. Nem acho que tentaria, confio nele. No barbeiro. Quem me garante que ele, o barbeiro, num surto psicótico, num instante de tempo em que segura a navalha, não corte minha gargante, fazendo com que jorre sangue por toda parte? 

A internet pode ser boa!

Leonardo Konarzewski está lutando contra o câncer. Diagnosticado em 2013, ele descobriu recentemente que tem grandes chances de se curar se fizer um tratamento nos Estados Unidos. O problema é que o tratamento é muito caro, por volta de R$ 40.000,00. Depois, os custos do tratamento podem aumentar ainda mais. Conheci a história do Leo pelo canal LubaTV. No vídeo "Chega de ódio!", Luba fala sobre o poder que internet tem de ajudar as pessoas, então se você puder ajudar, ajude!

Vamos Culpar Alguém?!

(Foto: Arquivo Pessoal)
Já ouvi várias vezes que para dar jeito num usuário de drogas (ou drogado, como eles dizem), basta dar uma surra. Bom, meu irmão estava levando várias surras, dos traficantes, da polícia e sabeládeusmaisquem. Minha mãe, apesar de evangélica, nunca nos impôs nada, nem nos proibia. Eu me lembro que, sempre antes das festas, ela dizia "se você quiser, pode beber ou fumar, mas fique longe drogas, meu filho". É sempre bom seguir conselho de mãe, mas acho que ela tinha esquecido que bebida, cigarro e até remédios também são drogas.
Eu não sei ao certo o porquê meu irmão começou a usar aqueles tipos de drogas. Eu cresci no mesmo ambiente que ele, então essa história de "fugir dos problemas" não fazia muito sentido. Na escola, eles faziam palestras e diziam "a droga é uma droga", mas isso não é verdade. Se droga fosse uma droga ninguém usaria. Talvez por inocência, eles escondem os prazeres que a droga traz. E é claro, nossas escolhas sem…

22 Sintomas de Mentes Conservadoras

1. Nunca cobrou e nem conhece os vereadores da sua cidade, mas pede impítchymam da Dilma;

2. Acha que legalizar o aborto vai obrigar todo mundo a abortar;

3. Não sabe a diferença entre legalizar, liberar e regulamentar o uso da maconha (como se não fosse a coisa mais fácil do mundo comprar);

4. Não sabe a diferença entre gênero e sexualidade;

5. Não sabe a diferença entre homossexualidade e homossexualismo;

6. Acha que todo gay não gosta de ser gay;

7. Acha que cerveja e cigarro não são drogas;

8. Não percebeu que nem todo mundo acredita na Bíblia;

9. Fala mal de mãe solteira, mas nunca culpa a omissão do pai;

10. Acha que só homem gosta de sexo;

Poliamor

Crescemos com o pensamento de que devemos amar a todos, porém devemos escolher uma única pessoa para amar... para o resto da vida. Quem estabeleceu este parâmetro? Quem criou esta regra? Por que a seguimos? Por que não escolher duas? Três? Estaríamos multiplicando o amor, ou será que estaríamos desvalorizando-o? Acredito que a geração atual e as futuras já estarão familiarizadas com estas questões.


Poliamor (Documentário) from Zé Agripino on Vimeo.

Saia da Gaiola

Doce Ilusão

(Imagem: Arquivo Pessoal)
Como o efeito que um alucinógeno tem sobre a nossa mente, a paixão cega. Você tem a falsa impressão de estar vendo aquela pessoa especial, em diversos locais e rostos. Talvez seja só a vontade de ter aquele alguém perto, ou apenas uma obsessão. A verdade – a minha verdade - é que você sabe que esta se iludindo, você gosta disso. Você gosta de se iludir.

E quem pode dizer se esta certo ou errado? Você pode. Você decide. É o seu destino. Sinto-me um objeto, imóvel, diferente, alguém com lucidez em meio aos loucos. Talvez eu seja um louco também. O mundo gira, disso todo mundo já sabe, mas desta vez é diferente. Não me incomodo com a agitação em que estou. Parece que algo me diz que esta tudo bem. E esta.

Imersão em Mim (mesmo)

(Imagem: Arquivo Pessoal)
O autoconhecimento. O olhar no espelho e se reconhecer, gostar-se, e a sensação de vida. Aprender a lidar com minhas limitações momentâneas, certamente, foi um grande presente que o ano passado me deu. As coisas mudam de uma maneira tão singular que exigem um momento só para elas, para reflexão. 

Portal Invisível

(Imagem: Arquivo Pessoal)
Começamos um novo ano, são novas perspectivas, esperanças, metas, objetivos, enfim, são muitas coisas novas. A gente acaba mudando um pouco, mas, no fundo, somos os mesmos. Temos os nossos medos (a superar) e defeitos (a mudar). De fato, o ano e as oportunidades se renovam. É aquele dia mágico que abre um portal invisível para o futuro! Talvez seja meio clichê, mas eu acho esse pensamento saudável, é como uma válvula de escape, deixamos todas as nossas frustrações no ano passado, e passamos a nos concentrar no futuro, ou melhor... no presente! O ano já começou bem, um mar lindo, pessoas bonitas (por dentro e por fora), notícias boas, mudanças, transparência no ser e estar. Agora é o momento de tirar do papel tudo aquilo que foi mentalizado para este novo ano.
Boa sorte pra nós!